segunda-feira, 28 de março de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

PINTURA ABSTRATA DE AÇÃO

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O ARTISTA
Jackson Pollock, pintor expressionista abstrato americano, nasceu em 1912 e morreu em 1956. Revolucinou a forma de pintar, pois abandonou o tradicional cavalete, pintando sobre a tela ou caminhando ao rdeor dela com gestos dramáticos. Foi um pintor polêmico, irriquieto, pertubador e diferente, e sua maneira de pintar acabou marcando profundamente a Arte Moderna. Aos 44 anos, quando voltava dirigindo embriagado de uma festa, morreu em um acidente de carro. Pollock é considerado um dos mais importantes personagens da pintura pós-guerra. Sua morte trágica e imprevista tornou-o famoso em todo o mundo.

A DEFORMAÇÃO DA ARTE

As pessoas, de maneira geral, preocupam-se muito com os padrões de beleza considerados ideais. por exemplo, a maioria das mulheres quer ter um corpo tipo "top model", hoje, considerado o padrão ideal de beleza feminino. Mas, esses padrões de beleza mudam de acordo com a época.
No Renascimento, o ideal de beleza ainda era inspirado no cânone clássico greco-romano que se formou a partir de uma medida ideal da figura humana: o cânone das oito cabeças.
Hoje o padrão de beleza é ditado pela mídia, na maioria das vezes tal padrão torna-se demasiadamente exagerado a ponto de levar muitos jovens, sobretudo do sexo feminino a colocar em risco a própria saúde. Levando-as a desenvolver doenças como a bulimia e a anorexia.

CÂNONE CLÁSSICO

Cânome ou cânon é uma palavra de origem grega que significa regra, padrão, modelo ou  norma. Um modelo será proporcionalmente´perfeito e tido como símbolo de beleza se apresentasse essa medida.
O Homem Vitruviano, um desenho de Leonardo Da Vinci, considerado o símbolo maior do ideal de harmonia do Renascimento, é na verdade um estudo das proporções do corpo humano  elaborado pelo artista segundo instruções do arquiteto romano Vitruvius (I a.C). O homem bem representado, de acordo com o desenho, deve estar de pé, com as pernas e braços abertos, posicionados com precisão nas figuras geométricas mais perfeitas, o círculo - tendo como centro o umbigo - e o quadradro - tendo como centro os genitais. O espaço compreendido entre a raiz do cabelo e a altura do queixo corresponde a um oitavo da altura do homem.
O texto que acompanha o Vitruvius examina o corpo humano usando como unidade de medida o dedo, o palmo, o pé, concluindo que a natureza que  natureza constutui o corpo do homem de forma que os membros correspondem proporcionalmente à soma total, ou seja, a figura humana perfeita deve ter a medida exata de oito cabeças.

Os gregos também buscavam a perfeição do corpo humano, azendo isto através da escultura.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Pintura abstrata e pintura figurativa


Wassily Kandinsky
 Pintura abstrata
O pintor russo Wassily Kandinsky foi o primeiro a abandonar toda
e qualquer referência à realidade reconhecível em sua obra, e chegou
a essa descoberta revolucionária por acaso. “Em 1910, quando estava
em seu estúdio, deparou-se com seu próprio quadro virado de lado
no cavalete. O quadro não tinha tema, não representava qualquer objeto
identificável, era totalmente composto de manchas coloridas. Mas,
mesmo descartando todo realismo, para Kandinsky, as formas coloridas
pareciam despertar emoção independente do conteúdo”.

Observe a obra de Kandinsky:

 

ALGUMAS DE SUAS OBRAS

Porque estudar arte?


EXPRESSIONISMO: EMOÇÃO À FLOR DA PELE
o Um dos pontos fortes do Movimento Expressionista: manifestar o mundo interior, ou seja, a dor,
o sofrimento, a solidão, a angústia, a morte, o sufoco. De acordo com Gombrich o
Movimento Expressionista surgiu na Alemanha em 1910, aproximadamente, e seus artistas alimentavam
sentimentos tão fortes em relação ao sofrimento humano, à pobreza, à violência e
à paixão, que eram propensos a pensar que a insistência na harmonia e beleza em arte nascera
exatamente de uma recusa em ser sincero. Não desejavam criar cópias idealizadas do real e
sim uma representação dos sentimentos humanos”.
Aliás, os sentimentos humanos e as deformações próprias da vida humana também são retratados
na foto abaixo. Não é impressionante a semelhança entre a expressão facial do feto
morto e O Grito.Este feto foi morto por contaminação radioativa, uma vítima
da explosão da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia,
no ano de 1986. O acidente nuclear de Chernobyl foi um
dos piores de todos os tempos. Ocasionado por um dos
reatores da usina que lançou, no meio ambiente, uma
imensa quantidade de radiação, deixando um rastro de
destruição até mesmo em países distantes, como a Itália
e a França. Esse desastre matou cerca de 14 mil pessoas
só na Rússia e na Ucrânia.





Um pouco de Arte
PORQUE ESTUDAR ARTE?
Além de situar historicamente a produção artística, compreendendo-
a no contexto em que está inserida, é preciso destacar as razões
que nos levam a estudá-la.
“Habitamos um mundo que vem trocando sua paisagem natural por um
São tantos os acontecimentos que a vida parece passar diante dos
nossos olhos tão rapidamente que, além de nos deixar atordoados,
deixa-nos também sem tempo para pensar. Por exemplo, você tem o
costume de olhar para o céu? Ou acha que isso é perda de tempo? Sabe
quando é lua cheia, ainda conta estrelas e procura figuras nas nuvens?
Ou isso é coisa de criança ou de quem não tem o que fazer?


Agora, se você prestar atenção nos programas de TV verá que a
maioria aborda assuntos relacionados a catástrofes, escândalos políticos,
rebeliões, mortes, seqüestros, tráfico, pobreza, violência! Fatos do cotidiano
que nos causam medo e nos paralisam.
Enfim, diante desse cenário fica difícil falar de arte. Como falar às
pessoas que cantem, que dancem ou que se maravilhem com o pôrdo-
sol? Que se emocionem com o cantar dos pássaros, que vejam a beleza
das flores e que pensem nos sonhos da infância?

Pois é, diante dessa realidade conturbada, pode parecer loucura falar
de Arte. Aliás, se vemos a arte como beleza, podemos nos perguntar:
qual arte alguém é capaz de produzir diante desse quadro de horrores?
Qual beleza é possível representar? Mas, será que os artistas só
representam coisas belas em suas pinturas?

Observe, por exemplo, O Grito, de Edvard Munch.




Você sabia que
Munch pintou várias versões para a mesma obra.
Grito

 
O Grito foi queimado em sinal de protesto?O quadro tem nada mais nada menos do que 50 versões.